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sábado, 27 de fevereiro de 2010

New Civic LXL 2010 - LindaumMMM


Honda Civic LXL 2010O Honda Civic 2010 chega ao mercado nacional com uma nova versão, com preços que partem de R$ 66.405 e podem chegar a R$ 73.200, conforme a lista de equipamentos. Além dos modelos LXS e EXS, a versão LXL foi incorporada ao sedan da Honda. Outra novidade é que toda a linha passa a ser produzida com direção elétrica EPS (Electric Power Steering), um sistema de direção eletricamente assistida que oferece uma melhor dirigibilidade.




A versão LXL é considerada a intermediária da linha New Civic. É semelhante à LXS mas possui itens adicionais como retrovisores elétricos dobráveis com luz indicadora de direção, abertura de porta-malas que também pode ser feita pela chave, revestimento dos bancos e forração das portas em tecido ou couro. Além disso, a versão passa a contar com rodas de liga leve de 16” de design exclusivo.



Volante de três raios com acabamento em prata, controle de áudio no volante, alto-falantes com tweeter, acabamento interno nas alças e na tampa do porta-malas são os diferenciais da parte interna em relação à versão LXS.

Honda Civic LXLTodas as versões do Civic contam com freio a disco nas quatro rodas com ABS e EBD, barra de proteção nas portas, banco do motorista com regulagem de altura, ar-condicionado, direção hidráulica, trio elétrico, airbag para motorista e passageiro e opções de pintura metálica ou perolizada. O motor é um 1.8 16V Flex, que gera 138 cavalos de potência com gasolina e 140 cv com álcool.

New Civic LXLConfira a tabela de preços sugeridos de todas as versões do New Civic 2010:



- Civic LXS MT Flex – R$ 65.745

- Civic LXS AT Flex – R$ 70.830

- Civic LXL MT Flex – R$ 66.405

- Civic LXL AT Flex – R$ 71.540

- Civic LXL MT com couro Flex – R$ 68.085

- Civic LXL AT com couro Flex – R$ 73.200

- Civic EXS AT Flex – R$ 85.610

- Civic Si MT – R$ 103.650



MT: Transmissão manual

AT: Transmissão automática

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Teste no FocuS

Começando com um teste puxado

CameraCar
Foi iniciado mais um Teste dos 100 Dias e o novo Ford Focus 1.6 16V Sigma já enfrentou um verdadeiro desafio: rodar de Santo André (São Paulo) até Florianópolis (Santa Catarina) no Carnaval. Considerando o percurso até a ilha catarinense, o que rodamos por lá e a volta, o hatch registrou uma distância de nada menos que 1.945 km.
Depois de já ter dirigido o Focus 2.0 16V, a expectativa pela experiência com a nova motorização lançada pela Ford no fim do ano passado era grande. Apesar de a potência ser menor, com “apenas” 115,6 cv (a 5.500 rpm, abastecido com etanol) contra os 145 cv (a 6.000 rpm com gasolina) da versão 2.0, o Sigma tem como grande atributo a utilização de novas tecnologias e o uso do alumínio em sua construção, o que deixa o carro consideravelmente mais leve.
Entrada-Jurere
A hora do tira-teima
O modelo foi buscado na Ford no fim da tarde de sexta-feira (12 de fevereiro), quando já passou por um mini-teste até Santo André: um trânsito de aproximadamente 40 minutos para rodar menos de 15 km. Nessa situação, a sensação foi de que o carro está bem acertado para a cidade. Apesar de não ter um leão dentro do capô, está bem justo. Repito: nessa situação.
Hora, então, de colocar quatro pessoas no carro, bastante bagagem (quatro malas grandes e outras menores, sacolas, violões etc). Aí, o 1.6 começou a suar. O começo do roteiro incluía uma descida até o litoral para, em seguida, seguir viagem no sentido sul do país. Para quem pergunta se os 30 cv a menos do Sigma fazem muita falta, a resposta é não. O carro tem um comportamento não tão comprometido em relação ao 2.0. Mas na hora de subidas, ultrapassagens, quando você precisa de um pouco mais de força, aí você se lembra do que tem em mãos. Não chega a ser algo desesperador, mas falta-lhe uma quantidade considerável de força. Vale lembrar que o torque do modelo que está sendo testado no momento é de 16,2 kgfm, contra 18,8 kgfm da versão superior. São 2,6 kgfm bem sentidos na hora de pressionar o acelerador em estradas ou na serra.
O trânsito fluiu bem, com médias de 90 km/h a 120 km/h, sem problemas. Como uma das novidades do modelo é o fato de ele ser flex, preferimos fazer a viagem até Florianópolis com o tanque abastecido com etanol (andamos 848 km com esse combustível) e a utilização no local e o retorno com gasolina (mais 1.097 km). Mesmo sem tráfego, o consumo médio mostrado no painel do Focus foi de 8,1 km/litro. O auge foi 8,4 km/litro. Isso, quando abastecido com álcool. Na volta, a média rondou os 12 km/litro, já com gasolina.
Interior
Conforto
Ponto positivo para o hatch da Ford. Todos os que passaram pelo assento traseiro ou do passageiro soltaram frases como “nossa, este banco é bom, hein?”. Tudo bem, não havia muito aperto, já que eram dois passageiros no banco de trás, e não três. Mas, mesmo assim, com estaturas de cerca de 1,80 m, todos aprovaram. “O joelho não chega a encostar no banco da frente. O espaço para as pernas é bom. A cabeça não pega no teto. Resumindo: gostei, é bem confortável”, respondeu um dos viajantes, quando perguntado sobre o assunto.
Para o motorista, outro ponto positivo. Mesmo em uma viagem tão grande, quem está no comando do carro não sente muito cansaço. A possibilidade de ajuste de altura do banco, além das adaptações de altura e profundidade do volante, dão uma ajudinha para que a posição fique ainda melhor. “Encaixado”, o motorista pode viajar o quanto for que dificilmente sentirá algum desconforto nas costas, nas pernas ou nos braços, por exemplo.
De uma forma mais indireta, a suspensão ajuda muito a sensação de conforto e de segurança do carro, melhorando a dirigibilidade. A dianteira é independente, do tipo MCPherson, com barra estabilizadora. A traseira, porém, é o grande destaque: também é independente, do tipo Multilink, com barra estabilizadora. O carro fica realmente na mão do motorista e preso ao chão mesmo em velocidades mais altas.
Cambio
O câmbio tem encaixe preciso e uma relação boa de marchas. Foi considerado, por mim e pelo Rafael Miotto (da Revista MOTOCICLISMO, que também participou do teste até Florianópolis) um dos pontos altos do modelo.
Três detalhes, porém, acabam fazendo com que o quesito conforto não fique com nota 10. Primeiramente, o descansa-braço que fica na parte central do habitáculo. Apesar de ser algo realmente útil em viagens longas, atrapalha consideravelmente na hora de puxar o freio de mão. É preciso fazer um pouco de malabarismo para realizar a ação.
Freio-de-Mao
Outro ponto que incomodou foi logo abaixo do volante. O motorista que tiver uma estatura superior a 1,75 m acaba raspando a perna no plástico próximo ao console. Isso pode acabar prejudicando algum movimento, além de causar certo aborrecimento, já que a toda hora a perna acaba encontrando no plástico do carro.
Por fim, acaba também sendo um incômodo, mas para o ouvido, o barulho do motor, que “vaza” para dentro do carro. A cada acelerada é possível ouvi-lo trabalhando com clareza. E nada com volume muito baixo. O próprio propulsor não é dos mais silenciosos, mas o que sobra para a parte interna do automóvel chega a incomodar um pouco.
Acabamento
Tudo bem, é uma versão de entrada do Focus, mas o acabamento infelizmente deixa a desejar. Plásticos na porta e no painel não dão aquele ar que todos gostam de ter em seu automóvel. Um carro com visual tão bonito, interior moderno (tudo bem, eu gostava mais da linha do modelo antigo, mas este está mais adequado aos dias de hoje) e confortável, merecia um acabamento melhor. Isso sem contar com o barulho de rangido na parte direita do banco traseiro. Se o porta-malas está bem carregado e duas pessoas estão sentadas no assento de trás, tudo bem. Mas basta ficar desocupado que o banco começa fazer barulho. É o famoso “grilo”, que, com o tempo, passa a incomodar bastante.
A borracha da porta traseira esquerda também já deu o ar da graça, ficando pendurada em duas ocasiões. A primeira vez em que abrimos o carro, antes mesmo de começar a carregar, a peça já estava pendurada. Em outra situação, durante a viagem, voltou a soltar.
Borracha-solta
São detalhes que a Ford poderia ter contornado para que o Focus pudesse ter um status um pouco melhor. Nenhuma das críticas sobre o acabamento acaba sendo grave, mas são pontos que poderiam ser vistos com mais cuidado pela marca do oval azul.
Sobre o desenho, a opinião de todos os oito viajantes (outro carro nos acompanhou) foi a mesma: aprovado. A Ford realmente acertou a mãos nas linhas inspiradas em sua geração Kinetic. E não foi coisa de primeira impressão: durante todo o Carnaval, choveram comentários do tipo “mas é muito bonito mesmo!”.
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Resumo
Com a nova motorização 1.6 16V Sigma, o Focus precisa suar para conseguir um desempenho considerável na estrada, mesmo com o bloco sendo mais leve. Para um uso urbano, os 30 cv a menos em relação à versão 2.0 não fazem muita falta, mas quando o motor é exigido em estrada ou na serra, a diferença é sentida facilmente. Não chega a ser algo que prejudique a viagem ou faça o motorista ficar vermelho de raiva, mas você percebe que tem, ali embaixo do capô, algumas dezenas a menos de cv.
Nos aspectos gerais do automóvel, deixando o tema motor um pouco de lado, o hatch da Ford é muito bom. Dirigibilidade, conforto do motorista e dos passageiros, desenho, câmbio. Apesar dos pequenos poréns citados ao longo do texto, tudo isso é digno de aplausos.
Confira, abaixo, mais algumas imagens do Focus em sua primeira viagem:
3x4-frente
3x4-traseira
Quesito viagem: nota…

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Confesso que estava muito animado para o Carnaval, afinal, ir para Floripa pela primeira vez é muito empolgante, ainda mais se estiver com um bom carro nas mãos. No post de ontem, o Rafael Munhoz passou algumas impressões sobre esta longa viagem. Entre ida, rodagem em Florianópolis e volta para São Paulo foram contabilizados 1.945 km, uma contagem interessante para o Focus, que acaba de iniciar este desafio no Teste dos 100 Dias.
Sempre ouvi comentários positivos sobre o automóvel da Ford e fiquei ansioso para cair na estrada. A expectativa, além de ver as belas paisagens da ilha catarinense, era comprovar o desempenho do veículo e as novidades do propulsor 1.6 16V Sigma.
Primeiras impressões
Visualmente, considero o trabalho feito pela Ford no Focus muito interessante. Gosto muito de sua estética, o veículo tem um ar moderno, especialmente na parte traseira. As rodas de liga leve 16” (de série) trazem mais robustez ao visual do automóvel, além de garantir mais imponência. Bom, dirigi o hatch quase 100% do tempo na estrada, assim, minhas principais impressões estão relacionadas a esse tipo de condução.
Logo no início foi possível perceber o conforto proporcionado pelos bancos do Focus. Mesmo após horas no volante, a posição não se tornou cansativa. No entanto, notei um incômodo na ergonomia do hatch: o console central mostrou-se muito alongado para o lado. Assim, minha perna direita teve de ficar um pouco desajeitada.
Desempenho na estrada
Passando a acelerar o automóvel, ficou claro a segurança e a estabilidade do Focus. As suspensões independentes, tanto a dianteira quanto a traseira, garantem muito conforto, inclusive ao passar por irregularidades. Não há como negar, o carro realmente tem um bom conjunto, porém, tornou-se nítido o fato de que, na situação da viagem, faltou torque para o Focus.
Com o automóvel carregado e quatro pessoas a bordo, os 16,2 kgfm de torque mostraram-se aquém do necessário. Nos momentos necessários, o motor não respondeu com a força esperada. Claro, não é algo para “crucificarmos” o Focus, mas deixa a desejar.
Dúvidas
Respondendo a algumas questões dos leitores, a cor do Focus é a Cinza Ubatuba metálico. Considero a pigmentação boa para o veículo, não é de grande destaque, mas também não enjoa. Quanto à viagem, rodamos o tempo todo com o ar-condicionado ligado, o calor da ilha estava alto, com temperaturas em torno de 30º C. Além disso, levamos cinco malas no porta-malas e dois violões no banco traseiro.
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sábado, 13 de fevereiro de 2010

Frota de Elite: 0-300-0 km/h


13h00, 15h00, e nada de o dilúvio passar. A cada prognóstico desalentador da meteorologia, a fisionomia dos participantes afunda-se em tristeza e inconformismo. Hoje, só amanhã? Talvez não. Às 18h15, os primeiros raios de sol (ainda bem que o verão europeu é bastante generoso) atravessam as nuvens carregadas e iluminam a pista molhada. Isso já é mais do que o suficiente para animar os sedentos motoristas, que se apressam em aproveitar o ensejo para iniciar o grande teste dos 0-300-0 km/h. 
Nele, o objetivo é alcançar os 300 km/h e voltar ao repouso no menor tempo possível. Também são considerados os tempos obtidos durante a aceleração de 0 a 100 km/h, 0 a 200 km/h, 0 a 300 km/h e a frenagem de 300 km/h a 0. Contudo, o vencedor será aquele que conseguir completar toda a prova no tempo mais baixo.
Para o confronto no circuito oval de 12,3 km de Papenburg, na Alemanha, foram escalados nove bólidos vendidos em série e cinco esportivos tunados por preparadoras. Máquinas especialmente escolhidas para encarar com galhardia a tarefa de chegar ao limite de sua força e potência. Aqui, não apenas a capacidade de acelerar até os 100 km/h – o que, muitas vezes, depende também do motorista e seu modo de condução –conta pontos.
Por isso, todas as precauções de segurança necessárias foram tomadas antes do início dos testes, desde a checagem do motor até o nível do tanque de combustível, que deveria estar cheio em todas as ocasiões. Em seguida, foi colocado no pára-brisa dianteiro de cada carro um medidor 2D na cor vermelho sangue para medir as marcas de aceleração e frenagem alcançadas pelos mesmos. 

A preparação para o teste
Antes do início da prova, ainda dentro dos boxes, Markus Happel, engenheiro especialista em pneu da Dunlop, tece alguns comentários sobre a importância de uma calibragem perfeita dos mesmos: “A escolha da pressão ideal gera um conflito de interesses entre os pilotos que preferem uma pressão maior e os que optam por uma pressão menor. Não é nada fácil de chegar à proporção ideal para esse tipo de teste”,
Na hora de acelerar, o ideal é deixar a pressão do pneu elevada para se alcançar uma mínima resistência de rolagem dos pneus. Em relação à frenagem, pneus com baixa pressão trazem a vantagem de aumentar a superfície de contato com o solo e conseqüentemente a aderência e estabilidade. “Naturalmente, a pressão dos pneus depende também do peso dos carros. Um Audi RS6, por exemplo, roda com uma pressão nos pneus tão alta quanto o Ford GT”, relativiza Happel.
Enquanto o técnico da Dunlop finaliza o seu discurso, o time de pilotos parece cada vez mais ansioso, e assim que o primeiro carro é liberado, não tarda a apresentar-se o primeiro candidato, que a bordo do novo Porsche 911 Turbo, sai rapidamente dos boxes em direção ao circuito oval. Testado em primeira mão e com exclusividade pela Auto Motor und Sport, a lenda de Stuttgart oferece um motor de 3,8 litros, 500 cavalos de potência e câmbio de dupla embreagem com sete machas. 
E a estréia não poderia ter sido melhor: com um tempo de apenas 3s1, o 911 levou a medalha de ouro entre os modelos comercializados em série na aceleração de 0 a 100 km/h. Contribuíram para o resultado a tração integral variável, que direciona grande parte da força do motor para as rodas traseiras na aceleração, e o eficiente e sincronizado launch control, que parece extrair toda a força dos turbos ao toque no acelerador. O novo volante esportivo de três raios com borboletas (opcional), muito útil para a troca de marchas no modo manual, aumenta ainda mais a atmosfera de competição no cockpit do Porsche.
Após 10s8, o velocímetro já aponta 200 km/h e, no momento em que o cronômetro atinge 41s9, o Porsche alcança a marca dos 300 km/h. É hora de desacelerar, e com uma pisada violenta e resoluta no pedal de freios, a força da cavalaria germânica é subitamente dominada pelos freios com discos de cerâmica ventilados (380 milímetros na frente e 350 milímetros atrás). Resultado: após 7s11 (uma média de 11,72 m/s²) o carro encontra-se parado, com o seu rastro negro sobre o asfalto. Na média final, o Porsche precisou de 49s para completar a seqüência 0-300-0 km/h. Uma boa média, mas será ela suficiente para superar os outros concorrentes? 

As máquinas na pista
O segundo competidor a entrar na pista parece um confortável e sereno veículo familiar. Parece, mas nãe é. E o imponente ruído do Cadillac CTS-V e seu motor V8 com compressor, 564 cavalos e 76,17 kgfm de torque serve para enterrar qualquer tipo de dúvida. Com tempos de 4s7, 14s3 e 69s3 nas acelerações até 100, 200 e 300 km/h, respectivamente, o competidor norte-americano não obteve os melhores números entre os concorrentes – pelo contrário, foi o pior entre eles. O sistema de frenagem com discos de cerâmica de 380 mm, por sua vez, paralisaram o Cadillac em 7s67 – a segunda pior média. Porém, a despeito do tempo final de 77s, deve-se levar em consideração o peso total do carro de quase duas toneladas! Isso, aliado ao fato de o CTS-V testado ser o carro mais barato do teste, custando 74 990 euros, faz dele uma ótima opção para quem procura emoção e, porquê não, também custo-benefício.
Em comparação, o Ruf Rt 12 (315 350 euros), custa mais do que quatro vezes mais. Ainda que substancialmente mais caro, o carro agrega muito mais potência e velocidade. Usando a plataforma do Carrera 4 com ajustes que visam a um melhor desempenho do motor,  o Ruf consegue extrair 685 cavalos (185 cv a mais que o Porsche 911 Turbo) do motor Boxer seis cilindros turbo. Entretanto, tanta potência não foi garantia de espetáculo na pista. O mecanismo de armazenamento do motor  potencializado, que traz concomitantemente uma redução nos níveis de ruído e vibrações, poderiam ter sido melhor aproveitados pelo Ruf. Uma prova disso é a aceleração de 0 a 100 km/h em 3s6, 0s5 mais lenta que a versão de série do 911 Turbo. Não obstante, passada a barreira dos três dígitos o RT 12 ganha embalo e completa a seqüência 0-300-0 km/h em apenas 34s4, redimindo-se e alcançando a terceira colocação entre os veículos fabricados em série.     
Após o Ruf, foi a vez de o detentor do título Koenigsegg CCX-R, vencedor da prova no ano passado, mostrar a que veio. Depois de 24s7, o velocista sueco ultrapassa a marca dos 300 km/h, e passados 6s86, o carro encontra-se estático. O motorista volta aos boxes, orgulhoso, com a ficha apontando 31s6. Parece que o título não mudará de mãos desta vez, e o CCX-R garante o lugar mais alto do pódio ao fim do dia.  “No ano passado, a gente conseguiu completar os 0-300-0 km/h em apenas 29s2. Não obstante, estamos naturalmente muito satisfeitos com o resultado obtidos desta vez”, vibra o chefe da firma, Christian Koenigsegg.
A fala do orgulhoso vencedor é suprimida abruptamente pelo ronco do Lamborghini Murciélago LP 670-4 Super Veloce, que passa rasgando em direção à pista com toda a sua delicadeza peculiar. Com o auxílio do Lauch Control, a fera de Sant´Agata Bolognese chega sem demora aos 100 km/h em 3s2. Em 29s7, ele consegue atingir os 300 km/h e em apenas 6s49 o touro indomável já se encontra repousando calmamente. Com uma média de 12,84 m/s², o Lambo arrematou a melhor marca de frenagem no asfalto de Papenburg.
O sexto concorrente a adentrar na pista é o Gumper Apollo, cuja frenagem a 300 km/h é quase tão eficiente quanto o Lambo: 6s59. E quando o carro de corrida com autorização para trafegar nas ruas embala na reta de Papenburg, tem-se a impressão de quel ele encontra-se no Circuito de la Sarthe, em cuja famosa reta de 6 km chamada “Hunaudières” os mais ávidos pilotos da frenética corrida de Le Mans constumavam alcançar a marca dos 400 km/h. Pelo menos essa é a sensação do piloto ao agachar-se para entrar na apertada cabine embaixo das portas asas de gaivota e, pouco depois,  provocar os 700 cavalos do bólido que o levam aos 300 km/h em 26s7. O tempo de 33s3 orgulha o presidente da montadora alemã, Roland Gumpert, que fica satisfeito com a segunda colocação no duelo 0-300-0 km/h.
Não tão rápido assim é o Porsche GT3. O rei da dirigibilidade de Stuttgart destaca-se contudo no quesito estabilidade e segurança durante a desaceleração a 300 km/h, e convence com uma média de 12,33 m/s² (6s76). Os 4 segundos utilizados para levar o carro do repouso aos 100 km/h também são respeitáveis, mas quando ele segue em direção aos 300 km/h, é nítido que a potência de 435 cavalos (a mais fraca do teste) necessita de um pouco mais de fôlego, e o GT3 precisou de 57s1 para completar a prova.
O próximo a se apresentar foi o Wiesmann GT MF5, que, com seu motor V10 de 507 cavalos, realizou a prova completa em 47s7 - quase dez segundos mais rápido que o concorrente alemão que acabara de deixar a pista. Para chegar aos 100 km/h em 3s9, o lauch control ficou devidamente desligado. Na frenagem, o Wiesmann demonstrou boa estabilidade e precisou de aceitáveis 7s11 para parar totalmente.
Depois dele, foi a vez do carro do James Bond aparecer em cena: 53s7 para bater nos 300 km/h e 7s53 para regressar ao remanso. Na contagem dos tempos, o resultado de 61s2 do Aston Martin V12 Vantage o colocou na oitava e penúltima colocação na classificação entre os modelos de série. O saldo negativo do esportivo deveu-se em partes por sua tração central que oferece uma embreagem pouco ajustada e rígida e uma motorização um tanto quanto áspera. Apesar disso, quem poderia torcer o nariz diante da beleza do galanteador britânico?

O momento dos turbos
Finalizada a bateria dos modelos de série, chegou a hora dos turbinados mostrarem a sua força. 30s3, 30s8 e 33s4 foram os tempos finais dos três primeiros colocados, em ordem decrescente de posição. Traduzindo em palavras: O Geiger-Ford GT, seguido por Cargraphic 997 Turbo GT RSC 3.6 e Techart GTstreet RS, foi o vencedor do teste entre os tunados e também o mais rápido dentre todos os carros participantes, não apenas no soma final, mas também na aceleração de 0 a 300 km/h, feita em 22s8.
Na sua cola, o Cargraphic foi o segundo na classificação geral e levou o medalha de ouro na aceleração de 0 a 100 km/h, realizada em 3s. “É um resultado excelente, nós já tínhamos trabalhado na embreagem a fim de deixá-la mais eficiente”, explica Michael Schnarr, co-fundador da Cargraphic. Em terceiro lugar, o Techart obteve a melhor média de frenagem entre os carros modificados (12,04 m/s²).
Outro veículo que chamou atenção foi o Audi RS6. Preparado pela MTM e titular do posto de carro mais pesado da disputa (2102 quilos), ele atingiu os 100 km/h em apenas 3s6 e os 300 km/h em 35s5. A receita do sucesso está sob o seu capô: 730 cavalos de potência e um torque máximo de 80 kfgm.
Por fim, um dos últimos a entrar na pista é o Geiger-Corvette Z06, que com seus 591 cavalos anabolizados entrou na pista marcada pela borracha ainda quente e cumpriu o seu papel em 50s7. Ao fim do dia, a lua cheia clareava a pista suja pelo rastro dos superesportivos, e o festival de velocidade chegava ao seu fim com um saldo bastante positivo.
 
  
 

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Peugeot anuncia 207 Quiksilver

A Peugeot do Brasil oficializou nesta terça-feira (9) a chegada do 207 Quiksilver. O modelo customizado a moda surf, conforme antecipou o Carro Online, custa R$ 38.000 na versão 3 portas e R$ 39.800 na opção 5 portas. Todos os modelos vêm com pintura Cinza Aluminium e logotipos da grife estampados dentro e fora do carro. Para propulsão, o modelo é oferecido somente com motor 1.4 8V flex de 82 cv.
Tal como o 206 “surfista” da linha anterior, a versão baseada no 207 ganha uma série de itens para cair no gosto do público jovem. São eles o teto-solar elétrico, rodas de liga leve aro 15” modelo Sirocco e detalhes cromados no painel, pedais e tampa do reservatório de combustível. A lista de equipamentos ainda inclui ar-condicionado digital, faróis de neblina e sistema de som com CD-Player e MP3.
A cabine ainda conta com bancos revestidos de tecido diferenciado com logotipos da Quiksilver nos encostos. A logomarca da grife também aparece nos tapetes do assoalho. Demais detalhes exclusivos da série são notados no cano de escape, que recebe acabamento cromado, e a antena de teto, oferecida de série no modelo.
 
  
 
 

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Lamborghini


Os fabricantes de automóveis ao redor do mundo estão agora centrados na próxima geração de veículos verdes que são ou movidos unicamente por eletricidade ou dotado de uma abordagem híbrida para reduzir as emissões.O Designer Slavche Tanevski propõe um híbrido para o Lamborghini verde previsto para 2016.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Vai de IDEA aí???

Não gostavA muiTo do IDEA, mais depois dessa foTO, TerEi ouTRos Olhos pRA ELe....
 

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Astra, super carRO

AStra, ConcEITo de cARro!


Fiat Stilo

O nome jah diZ tuDO nEH!!!

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Sonho de COnsumo

Segue aí meus dois sonhos de consumo, um Honda Civic Type S e uma CBR